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Exercitando a Futurologia – Eleição do Mato Grosso do Sul

O pleito no Mato Grosso do Sul vai ser definido no primeiro turno e o atual governador, André Puccinelli (PMDB), será reeleito. Isto se a denúncia publicada ontem em sites, em que o deputado Ary Rigo (PSDB), ligado a ele, afirma existir ligação do governador com o esquema do prefeito preso de Dourados por corrupção, Ari Artuzi (PDT), não respingar em sua candidatura.

Puccinelli é o favorito, mas denúncias podem atrapalhá-lo (foto: Correio de Corumbá)

Se respingará ninguém sabe, porque Puccinelli parece ser feito de teflon. O peemedebista é o mesmo que ficou famoso ao dizer que estupraria o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) em praça pública, de que tinha certeza que o PT venderia o seu apoio a ele na última hora e que agrediu um jovem que o criticou quando ele fazia campanha na capital, sem que nenhum destes fatos atingisse a sua popularidade.

Segundo pesquisas, a intenção de voto no peemedebista não sofre variação desde agosto. Além da sua popularidade blindada, fruto de um governo bem avaliado, Puccinelli conta com um arco de alianças enorme em que estão presentes 14 legendas, incluídas aí PMDB, PSB e DEM. Do outro lado crescendo, tirando voto dos indecisos, está o ex-governador Zeca do PT.

É pouco provável que dê tempo do petista crescer ao ponto de tirar a vitória do peemedebê. Ainda mais porque só existe, na disputa, mais um candidato, Nei Braga, do PSOL, cujo índice de intenção de voto está parado, há meses, no 1%. No entanto, acompanhemos o desenrolar das próximas fases do pleito sul matogrossense.

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