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Exercitando a Futurologia – Eleição do Amazonas

Aziz, atual governador, é o grande favorito em Amazonas (foto: Prefeitura de Borba)

Apesar de ter seis candidatos ao governo do estado, as eleições do Amazonas caminham para uma polarização. Diferente do que acontece na disputa nacional e em outros estados, os dois candidatos que lideram as eleições e são os pólos da disputa amazonense se apresentam como candidatos de Dilma e Lula.

Motivos para terem se destacado não faltam. O atual governador e candidato à reeleição, franco favorito na disputa deste ano, Omar Aziz (PMN), era o vice do ex-governador com alta popularidade e candidato ao Senado líder nas pesquisas, Eduardo Braga (PMDB). Ele tem o PMDB, partido do vice de Dilma Rousseff (PT), Michel Temer, em sua coligação e completa a sua chapa com a deputada federal Vanessa Graziotin, a outra candidata ao Senado, pelo PCdoB, aliado do PT de Dilma desde 1989.

Depõe ainda a favor da reeleição do atual governador a grande coligação que ele conseguiu estabelecer com nove partidos, entre eles, o oposicionista DEM, que, se tratando de Amazonas, não agrega, mas concede tempo de TV. O candidato que quer tirar a eleição das mãos de Aziz é o ex-prefeito de Manaus e ex-ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento (PR). O republicano tem o PT na sua coligação, mas não sei se terá a força necessária para tirar o peemenista (?) da cadeira.

A eleição do Amazonas, no entanto, é uma prova da falibilidade do meu exercício de futurologia. Na eleição para a prefeitura de Manaus, escrevi aqui que Serafim Corrêa (PSB), prefeito da época, era o favorito e que Amazonino Mendes (PTB) era carta fora do baralho por “fadiga de material”. Então, qual foi o resultado? Corrêa em terceiro e Amazonino, eleito. Em minha defesa, digo que o socialista foi o único prefeito de capital que não se reelegeu. Ou seja, culpa dele.

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