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Exercitando a Futurologia – Eleição de Sergipe

As primeiras pesquisas eleitorais sobre a disputa em Sergipe mostrava que a eleição naquele estado seria duríssima. Estava claro que o ex-governador João Alves Filho (DEM) e o atual governador Marcelo Déda (PT) polarizariam o pleito e a decisão seria por margem restrita. No entanto, com o início da campanha propriamente dita, a situação se inverteu e Déda alargou a dianteira que já possuia.

A política sergipana, em anos mais recentes, vinha sendo dominada por dois políticos Albano Franco (PSDB) e João Alves. Alves foi governador por quatro mandatos. Albano Franco governou o estado durante os anos de 1995 a 2002, após uma das gestões de Alves. Apesar de ser adversário de Albano Franco, o democrata foi eleito governador com o apoio do pai de Franco, o ex-governador Augusto Franco.

Após dificuldades do início da campanha, Déda deve confirmar reeleição (foto: O Globo)

Contrapondo-se aos políticos tradicionais de Sergipe, Déda aparece no cenário sergipano em 1985, quando concorre pela primeira vez à prefeitura de Aracaju e chega em segundo lugar. Após esta primeira tentativa, o petista é eleito deputado estadual e, em 2000, é eleito gestor da capital, contrariando as primeiras pesquisas eleitorais. A sua reeleição em 2004 e a alta aprovação de sua administração o credenciaram a disputar e ganhar o governo de Sergipe.

Déda faz uma gestão bem avaliada e é o franco favorito no pleito estadual. É favorecido ainda pela inexistência de uma terceira candidatura forte, que poderia provocar um segundo turno, e de contar com uma boa situação do País e do estado. Ainda tem a “sorte” do filho de Alves ter sido preso por acusação de irregularidades durante a gestão do democrat. Em Sergipe, o petista deve ser reconduzido na gestão do estado até 2010.

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