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Exercitando a Futurologia – Eleição de Santa Catarina

No início do período eleitoral em Santa Catarina, todos os analistas davam como certa uma eleição bastante disputada entre os três primeiros colocados: o candidato do DEM, senador Raimundo Colombo, a candidata do PP, Ângela Amin e a candidata do PT, Ideli Salvatti. No entanto, o que se vê na reta final da disputa naquele estado é uma polarização entre Colombo e Amin.

O democrata, apoiado pelo ex-governador e candidato ao Senado, Luiz Henrique (PMDB), está em uma clara tendência de crescimento, enquanto a popular em tendência de queda. O segundo turno deve ser entre Colombo e Amin, mas o senador sai em vantagem, pela tendência de alta e pela diferença que começa a impor perante a segunda colocada. Mesmo que, em um segundo turno, aconteça uma aliança entre PT e PP.

Colombo conseguiu manter tríplice aliança e é favorito (foto: Agência Senado)

Confirmando-se este resultado, o DEM voltará a governar Santa Catarina e o partido que saiu das urnas em 2006 apenas com um estado – o Distrito Federal – terá junto com o Rio Grande do Norte, duas unidades da federação sob  a sua gestão. Ressalte-se ainda que os resultados se deverão mais às conjunturas locais e aos perfis dos democratas – dois senadores – do que, propriamente, da legenda, que deve sair enfraquecida nas eleições para Câmara e Senado.

Além do perfil de Colombo, explicam o resultado da eleição naquele estado as escolhas feitas pela campanha de Ideli Salvatti que colocaram a senadora, no mínimo, em situações constrangedoras – não consigo esquecer a propaganda em que ela aparece falando com um papagaio e imitando Ana Maria Braga – e o fato de ter sido mantida a aliança que governa o estado desde 2003 entre PMDB, DEM e PSDB, sucedendo o governo Espiridião Amin, marido da candidata Ângela.

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