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Exercitando a Futurologia – Eleição de Pernambuco

Governador bem avaliado, Campos será reeleito (foto: Gustavo Miranda/ O Globo)

Um governo bem avaliado, um estado que cresce mais do que a média nacional, atração de diversos investimentos do Governo Federal, construção de refinarias, portos. Este é o quadro atual de Pernambuco e as razões que justificam a enorme distância entre o líder nas pesquisas, o atual governador Eduardo Campos (PSB) e o segundo colocado, o ex-governador, Jarbas Vasconcelos (PMDB).

Neto do ícone político pernambucano, Miguel Arraes, Campos tem se destacado como um dos melhores quadros dos jovens políticos brasileiros. Presidente nacional do PSB, o governador tem se destacado no campo da articulação política e é definido por aliados como uma figura agregadora. Não é à toa que, à exceção do PMDB, todas as legendas aliadas do governo Lula apoiam Campos.

O socialista foi o responsável ainda pela expansão do PSB que deve ser ainda mais fortalecida na eleição deste ano e, com uma articulação importante para Lula, retirou junto com seu partido a candidatura do deputado federal Ciro Gomes à Presidência. Articulação que serviu para que Dilma Rousseff (PT) fosse a única candidata do campo governista.

Além de se destacar nas articulações políticas nacionais, Campos retomou a ligação que seu avô tinha com os setores mais populares da sociedade. Ou seja, uniu o destacado crescimento econômico de Pernambuco com o reforço da rede de proteção social daquele estado. Com isto, Vasconcelos que havia conseguido ganhar o governo concorrendo com Arraes em 1998, após o escândalo dos precatórios que envolveu o nome de Campos, deve ficar a ver navios.

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