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Exercitando a Futurologia – Eleição da Bahia

Quem acompanha meu blog há algum tempo, sabe que uma coisa que eu gosto de fazer é exercitar a futurologia. Como falta muito tempo pras eleições (prometo fazer mais exercícios no ano que vem apresentando meus palpites para resultados), vou falar sobre quais serão as chapas na minha opinião. Começo dizendo que, para mim, aqui na Bahia, serão três as chapas majoritárias e não adianta ter gente acreditando o contrário.

Uma chapa será formada pelo governador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição, que deve ficar realmente sem o apoio do PMDB. No entanto, o governador deve ir pro bate-chapa apoiado, principalmente, pelo PT, PSB, PCdoB, PP e PRB. Hoje, integrariam a chapa governista, a deputada federal Lídice da Mata (PSB) e o ex-governador Otto Alencar, no caso filiado ao PP. Alencar tem dito que não quer ser candidato. Caso isto se confirme, alguém deve ser indicado por este partido para o cargo ao Senado. O PP deve receber os deputados que querem continuar coligados com o governo, mas têm trajetória vinculada ao carlismo.

A outra chapa com quadros no atual governo vai ser liderada pelo ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima (PMDB), a cada dia, mais candidato ao maior cargo executivo estadual. Geddel deve aglutinar em sua chapa o PDT, o PR, o PTB e o PSC. Todos estes partidos são da base alida do prefeito João Henrique em Salvador. Devem compor com Geddel, o atual senador César Borges (PR), que quer a reeleição e um quadro do PDT ou ainda mais um do PMDB para a vaga baiana no Senado.

E, por fim, a chapa oposicionista carlista. O candidato deve ser, mais uma vez, o ex-governador Paulo Souto (DEM), que após idas e vindas, decidiu continuar no mesmo partido. Aliados ao DEM, estarão o PSDB, o PPS e o PTN. O DEM deve emplacar ainda mais um cargo na chapa majoritária pro Senado – que pode ser o atual senador ACM Jr. ou o deputado Aleluia – e o outro nome deve vir do PSDB. Vale a pena ressaltar que as duas chapas anteriores serão palanques para a ministra Dilma (PT) e esta última pro tucano Serra (caso ele seja confirmado como candidato do PSDB).

Ah, só para finalizar, este quadro pode mudar, caso o quadro nacional interfira no estadual. Ou seja, caso Lula decida engrossar com o PMDB nos estados dizendo que quer apenas um palanque para a sua candidata. É difícil, mas, em política, não é impossível.

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Posted in Política Local.