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Exercitando a Futurologia – Câmara e Assembleia

Atendendo a pedidos, me arrisco a fazer uma previsão para a Câmara dos Deputados e para a Assembleia Legislativa. Afirmo que é bastante complicado avaliar eleições proporcionais porque envolvem uma série de conjunturas, como alianças com candidatos que puxam voto, ou seja, os majoritários, e os deputados federais. Sem contar a dificuldade de avaliar a força de alguns candidatos do interior do estado.

Determinam os eleitos ainda erros de estratégia. Por exemplo, a meu ver, o PT errou em Salvador e em Feira de Santana ao lançar candidaturas de dois vereadores, disputando com deputados que tentam a reeleição. Aqui, Gilmar Santiago e Vânia Galvão disputam com J. Carlos. Lá, Ângelo Almeida e Professor Marialvo concorrem com Zé Neto. Estratégia distinta à utilizada pelo PCdoB, que indicou os nomes de Aladilce e Olívia Santana, que não disputam entre si, têm dobradinha com os federais da legenda e com caso de Olívia, de outras legendas, e bases em outras cidades.

Acho ainda haverá um fortalecimento dos governistas, pelas benesses conseguidas por estarem no poder apesar de nomes conhecidos da oposição figurarem entre os favoritos. Indiquei nomes do PV, PSOL e PRB que dependerão muito do coeficiente eleitoral a serem atingidas por estas legendas e pela concorrência dos próprios aliados. Por exemplo, apesar de ser um nome conhecido, não sei se Popó (PRB) será eleito porque disputa com os “poderosos da esquerda”, como denominou o também candidato a deputado federal Leonelli (PSB).

Veja aqui a lista com meus palpites e as breves justificativas.

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