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Efeito negativo da globalização: Gripe suína chegou

Tomei um susto quando vi a entrevista coletiva do ministro da Saúde José Gomes Temporão na Globo News anunciando que foram confirmados quatro casos da gripe suína, Influenza A (H1N1) – haja nome para uma gripe – no Brasil. No entanto, o pânico que poderia ter sido gerado pela informação foi completamente controlada pelo ministro.

A apresentação dele dos quadros de doentes demonstrando ter a completa noção da evolução da doença foi a responsável pela sensação de tranquilidade, principalmente, em mim. Além do mais, parece que o potencial da doença é menor do que o imaginado no início. O que não signfica que devamos baixar a guarda, assim como não podemos vacilar em relação a gripe alguma.

Outra coisa que a chegada da gripe confirma é que este é um preço negativo que temos que pagar pela globalização. Todos os quatro pacientes infectados estiveram nos dois países mais atingidos pela gripe suína – apesar da gritaria dos criadores de porcos, o nome pegou – México e Estados Unidos. Mas, como hoje tô dando vários conselhos, não parem de comer carne de porco. Gripe passa por espirro, tosse e aperto de mão suja.

Na questão do nome da gripe, William Bonner tem razão (Vocês viram ele falando que o Jornal Nacional continuaria usando este nome, apesar da recomendação da OMS, porque o compromisso da emissora é com a clareza da informação passada ao público?), não dá para deixar de chamá-la pelo nome mais conhecido. Coitado do porco. Aliás, do dono do porco.

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Posted in cotidiano, Política Internacional, Política Local, Política Nacional.