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Dilma Vana Rousseff

A candidata Dilma Vana Rousseff (PT) nasceu em Belo Horizonte, no dia 14 de dezembro de 1947, filha do imigrante búlgaro Pedro Rousseff e da mineira Dilma Jane. Em 1964, ingressou na Política Operária (POLOP) onde começou a sua trajetória política nos grupos que atuaram contra a Ditadura Militar. A petista participou ainda do COLINA e da VAR-Palmares. Em 1970, Dilma foi presa em São Paulo, onde teria sido torturada durante 22 dias.

Em 1972, Dilma saiu da prisão e, após passar um período em Minas Gerais, se mudou para Porto Alegre, onde seu marido na época, Carlos Araújo, cumpria pena. Paula, filha única de Dilma, nasceu em 1976 e, em 1977, a petista se formou em Economia na UFRGS. Anos depois, Dilma deu início à sua carreira no serviço público na Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul.

Dilma participou junto com seu ex-marido da fundação do PDT ao lado de Leonel Brizola. Araújo foi deputado estadual em 1982, 1986 e 1990. Na segunda metade dos anos 80, Dilma começou a trabalhar na assessoria parlamentar do PDT na Assembleia do Rio Grande do Sul. Em 1985, Dilma e Araújo ajudaram na eleição de Alceu Collares ao cargo de prefeito de Porto Alegre e o pedetista a nomeou secretária municipal da Fazenda.

Em 1990, Alceu Collares foi eleito governador do Rio Grande do Sul e indicou Dilma para presidir a Fundação de Estatística e Economia (FEE) onde ela ficou até 1993, quando foi indicada por ele para assumir a secretaria estadual de Energia, Minas e Comunicações. No final do mandato de Collares, Dilma voltou à FEE, onde permaneceu até a vitória de Olívio Dutra (PT) em 1998, quando retomou o cargo de secretária de Minas e Energia.

Dilma Vana Rousseff (foto: Edu Garcia/ Uol)

O PDT, então partido de Dilma, rompeu com o PT em 2000 por querer mais espaço no governo gaúcho e pela disputa em torno de quem seria o candidato à prefeitura de Porto Alegre. Dilma resolveu permanecer no governo de Olívio Dutra, saindo do PDT e se filiando ao PT. A decisão de Dilma e de outros pedetistas foi duramente criticada pelo fundador da legenda Leonel Brizola. Durante a sua passagem pela secretaria de Minas e Energia, o Rio Grande do Sul foi o único estado do país a não ser atingido pelo racionamento de energia do governo FHC.

Em 2002, Dilma participou da equipe de transição do então presidente eleito Lula (PT) e foi escolhida por ele para assumir o cargo de ministra das Minas e Energia em 2003. Com a queda do ministro José Dirceu (PT) em 2005, por causa do escândalo do mensalão, a petista assumiu o cargo de ministra-chefe da Casa Civil.

Na Casa Civil, Dilma ganhou notoriedade ao administrar dois programas carros-chefe do segundo mandato de Lula – o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. No exercício do cargo, Dilma foi vista por muitos membros do governo como uma pessoa dura, sendo elogiada por uns por isto e criticada por outros pelo mesmo motivo. A petista permanceu no cargo até o início de 2010, quando, com o apoio fundamental de Lula, saiu para ser a candidata do PT à Presidência.

Ponto forte na imprensa: Resposta dada ao senador José Agripino Maia sobre sua prisão e tortura na Ditadura

Ponto forte da campanha: Ser a candidata da continuidade e não ter sido um poste

Ponto fraco da campanha: Salto alto no final do 1° turno e não ter respondido aos boatos religiosos e de vida pessoal

Escândalo na campanha: Erenice Guerra

Por que é favorita: Conseguiu emplacar a comparação de projetos Lula/Dilma X FHC/Serra

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