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Campanha: Dilma vai ao Bonfim


Em primeiro lugar, gostaria de pedir desculpas pela longa demora em escrever um post. Culpa da monografia que me manteve longe de qualquer outra produção textual por quase um mês. Mas o retorno não poderia ser melhor. Vou falar da candidata Dilma Roussef (PT) que ancorou na Bahia durante este final de semana em mais uma etapa de sua campanha presidencial.


A rigor, a ministra não fez campanha, já que não pediu votos, mas só o fato dela vir pagar uma promessa e estas imagens ocuparem todos os telejornais locais já rende uma exposição enorme. Ela todo de branco, na Igreja do Bonfim, beijando vendedores de fitinhas do Bonfim são imagens que todo marqueteiro gosta de usar e mostrar.

Claro que esta pré-campanha, se pode se chamar assim, não é exclusividade da ministra, nem do PT. Alguns jornalistas esclerosados até querem dizer que as movimentações da petista são demagógicas, mas demagogia é não enxergar que todos estão em campanha. Dilma, Marina, Ciro e Serra. E, aqui na Bahia, Wagner, Geddel e Souto. Todo mundo buscando o seu naco de visibilidade.

Afinal de contas, o que as pessoas acham que Serra veio fazer três vezes na Bahia este ano? Ou o que Ciro está fazendo ao viajar pro Rio Grande do Norte, Tocantins e outros estados? Ou ainda Marina quando aparece na TV criticando a política ambiental do governo? Campanha ou, se formos ver sob outra óptica, demarcação de espaço. Nada mais natural que seja assim na política.

Dilma só está voltando à cena eleitoral após os meses que teve que se afastar para tratar do câncer em seu sistema linfático. Excessos devem ser coibidos? É óbvio que sim. O TRE está aí pra isto e, inclusive, proibiu ontem a circulação do jornal do PMDB “É 15” com palavras enaltecendo o ministro Vieira Lima. Ou seja, se não ferir a legislação eleitoral, tá tudo no pacote.

Foto: Marco Aurélio Martins/ A Tarde

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Posted in Política Local, Política Nacional.