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2014: Cabral mantém espaço no Rio, mas Lindberg ganha força pra sucedê-lo

O resultado das eleições no Rio de Janeiro foram muito favoráveis ao governador Sérgio Cabral (PMDB). Não teve dança do guardanapo que impedisse a reeleição de seu correligionário na capital, Eduardo Paes. Além disso, os peemedebistas levaram mais três cidades fluminenses entre os 10 maiores colégios eleitorais: Nova Iguaçu, Paty do Alferes e Volta Redonda. A base de Cabral ganhou em mais quatro cidades: Duque de Caxias (PSB), Belford Roxo (PCdoB), Niterói (PT) e São João do Meriti (PDT).

Se por um lado, este resultado favorece a candidatura do escolhido de Cabral, Luiz Fernando Pezão (PMDB), seu vice-governador, por outro lado, sinaliza para uma certa aglutinação em torno do senador Lindberg Farias (PT). O petista foi o fiador do apoio do PT ao candidato Alexandre Cardoso, do PSB, em Caxias (p.s: A conversa entre PT e PSB resultou na aliança entre os dois partidos este ano, apesar de Cardoso apoiar Pezão) e apoiou as candidaturas vencedoras em Belford Roxo, Niterói e São João do Meriti. Hoje, teria condições em ser o segundo palanque da base de Dilma no Rio (p.s: Não só é palanque de Dilma, como é o quarto destes palanques. Além do petista, ela é apoiada por Pezão – PMDB, Garotinho – PR e Crivella – PRB).

Por fim, outro nome que se posiciona para 2014 com o resultado das urnas nas 10 maiores cidades é o ex-governador Anthony Garotinho (PR). Os republicanos ganharam no segundo maior colégio eleitoral do estado, São Gonçalo, e, em Campos de Goytacazes, onde tornou a vencer a ex-governadora e esposa de Garotinho, Rosinha. Entre o TOP 10 parece pouco e pode acabar sendo. Chama a atenção o definhamento da oposição ao Governo Federal. PSDB e DEM não têm nenhuma cidade entre os 10 principais colégios eleitorais do Rio de Janeiro (p.s: Não à toa, tanto o PSDB quanto o DEM acabaram decidindo por Pezão).

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